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Biologia

Cogumelo que emite luz

"Em 1940, o botânico britânico George Gardner viu garotos brincando com o que pensou serem vaga-lumes nas ruas de uma vila onde fica a cidade de Natividade, em Tocantins. Qunado chegou mais perto, descobriu que era um cogumelo chamado pelos locais de "flor-de-coco". Àquela época o fungo bioluminescente foi classificado como Agaricus gardeni e não foi mais visto desde então.
Agora uma pesquisa feita por um grupo de cientistas da USP e das universidades americanas de San Francisco e de Hilo, no Havaí, será publicada na revista científica Mycologia. Ela vai apresentar o Neonothopanus gardneri, até aqui o maior fungo bioluminescente do Brasil e um dos maiores do mundo, encontrado no Piauí.
A ciência ainda não desvendou o processo químico que permite que o fungo produza luz, nem a razão disso. Uma das teses consideradas é a de que a luz é emitida para atrair insetos noturnos, ajudando os fungos a dispersar seus esporos para a reprodução. Outra diz que a luz atrai insetos predadores que atacam insetos menores que se alimentam do fungo".




Fonte: texto e fotos - Notícias Terra da Gente

Diabo-da-Tasmânia


Taz, o atabalhoado personagem dos cartoons, é inspirado num exótico marsupial que vive na Tasmânia, uma ilha na Oceania pertencente à Austrália. Para quem não se lembra, os mamíferos marsupiais são aquele grupo de animais do qual também fazem parte os cangurus, os coalas e os gambás. O diabo-da-tasmânia (Sarcophilus harrisii ou Sarcophilus laniarius) é o mais feroz dessa turma toda. Dono de um temperamento instável, ele tem uma mordida poderosa, graças à sua forte mandíbula, aos molares avantajados e porque consegue abrir a boca num ângulo de 120 graus. Por isso, ao abocanhar uma presa, pode facilmente esmagar seus ossos. Além de coelhos e cobras, ele se alimenta de animais mortos, larvas de insetos, ovos de pássaros e até de terra. Com pêlos curtos e negros, o Taz da vida real atinge 80 centímetros e 12 quilos, o porte de um cachorro de tamanho médio.


Texto de Yuri Vasconcelos; fonte: Mundo estranho.

Tubarões daltônicos!


Um grupo de pesquisadores australianos, ao examinar os olhos de 17 espécies de tubarões, constatou: eles são daltônicos. Através de análises das retinas desses animais, os estudiosos das universidades de Queensland e de Western Australia perceberam que elas são anatomicamente formadas para identificar apenas um padrão claro ou escuro. Ou seja, a cor vermelha seria vista como uma cor escura.
O professor Nathan Hart, autor do estudo, foi mais longe. Segundo ele, a visão dos tubarões pode ser comparada à de uma TV em preto e branco. Num comparativo com a visão humana, o tubarão possui apenas um detector de luzes, enquanto o ser humano tem três (que o faz, por conseqüência, distinguir mais tonalidades). "Se eles carecem de uma visão colorida, significa que o contraste de cores é mais importante na identificação de objetos", ressalta Hart.
A partir dessa constatação, o pesquisador comenta que o estudo pode ajudar no desenvolvimento de roupas de banho que sejam “menos atraentes” ou “mais repulsivas” para os tubarões. De forma prática, isso poderia reduzir o número de ataques envolvendo esses animais. Tanto que uma estatística da Isaf (International Shark Attack File) mostra que a maior parte dos ataques de tubarões ocorreu com pessoas que vestiam roupas de banho da cor escura.

Saiba mais aqui.

Fonte: notícia disponível no Portal Terra da Gente.

Ano Internacional das Florestas

Segundo dados do Pnuma – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, as florestas representam 31% da cobertura terrestre do planeta, servindo de abrigo para 300 milhões de pessoas de todo o mundo e, ainda, garantindo, de forma direta, a sobrevivência de 1,6 bilhões de seres humanos e 80% da biodiversidade terrestre. Em pé, as florestas são capazes de movimentar cerca de $ 327 bilhões todos os anos, mas infelizmente as atividades que se baseiam na derrubada das matas ainda são bastante comuns em todo o mundo.
Para sensibilizar a sociedade para a importância da preservação das florestas para a garantia da vida no planeta, a ONU – Organização das Nações Unidas declarou que 2011 será, oficialmente, o Ano Internacional das Florestas.

A ideia é promover durante os próximos 12 meses ações que incentivem a conservação e a gestão sustentável de todos os tipos de floresta do planeta, mostrando a todos que a exploração das matas sem um manejo sustentável pode causar uma série de prejuízos para o planeta. Entre eles:
– a perda da biodiversidade;
– o agravamento das mudanças climáticas;
– o incentivo a atividades econômicas ilegais, como a caça de animais;
– o estímulo a assentamentos clandestinos e
– a ameaça à própria vida humana.

As florestas brasileiras
De todos os biomas brasileiros, as florestas ocupam mais da metade do Brasil:
Bioma Amazônico: 49,29%; bioma Patanal: 1,76%. (Dados: IBGE)

Para saber mais, visite o site oficial do Ano Internacional das Florestas.


Fonte do texto: Planeta Sustentável


Peixe-pedra


Com mais de 1.200 espécies, os peixes venenosos são bem mais numerosos que todas as cobras e invertebrados venenosos juntos.
Dentre eles, o peixe-pedra (Synanceia verrucosa) é considerado o peixe venenoso mais perigoso. É encontrado em águas rasas nos Oceanos Pacífico e Índico, e mede entre trinta e sessenta centímetros. Sua dieta consiste principalmente em peixes pequenos e crustáceos. Sua cor marrom-esverdeada confere ao peixe-pedra a capacidade de se camuflar entre as pedras em recifes tropicais, transformando-o num alvo fácil de ser pisado acidentalmente por uma pessoa. A região dorsal tem espinhos que liberam uma toxina venenosa. Se ela for injetada em uma pessoa, causa dor intensa. Dependendo da profundidade da penetração no ferimento, pode ocorrer choque, paralisia e morte de tecidos. Se não for tratada nas primeiras horas, o nível de toxidade pode ser fatal para os seres humanos.

Imagem: blog-estranhouniverso.blogspot.com

Sapo, rã ou perereca?

Quando criança você também deve ter pensado que a rã é a "mulher" do sapo, certo? Afirmação errada. Existe sapo macho e sapo fêmea, assim como rã macho e rã fêmea. O mesmo acontece para as pererecas. Então, qual a diferença entre eles?
Bom, como semelhanças, esses três animais saltitantes fazem parte da ordem Anura, e da classe Anphibia (anfíbios).
Agora, as diferenças:

Sapo:
Prefere viver em terra firme e procura o ambiente aquático normalmente apenas para reprodução. Tem pele mais grosseira, rugora e cheia de verrugas. As pernas curtas limitam seus saltos. Tem uma grande glândula de veneno no dorso (embora toda a pela de qualquer anfíbio possua glândulas de veneno para sua defesa) que só é liberado quando a glândula sofre pressão externa.
Sapo-Cururu (Bufo marinus)

Rã: 
É mais habilidosa e consegue dar grandes saltos. Vive em lagoas e tem a pele lisa e brilhante. As patas traseiras são dotadas de membranas que auxiliam na natação.
A carne desse tipo de anfíbio é muito apreciada na culinária.
 Rã- Manteiga (Leptodactylus ocellatus)


Perereca:
Costuma viver em árvores e é menor que o sapo e a rã. O olho esbugalhado, saltando para fora é uma característica desse tipo de anuro. Suas pernas são longas e finas permitindo grandes saltos, chegando a até 2 metros! As pontas dos dedos da perereca têm um tipo de ventosa que auxilia o animal na escalada de árvores. Normalmente é ela que encontramos no nosso banheiro.
Filomedusa (Philomedusa tomopterna)

Fonte: mundoestranho.abril.com.br

Besouro Rinoceronte

O corpo do besouro rinoceronte destaca, principalmente, pleo seu grande tamanho (ainda que haja uma variedade enorme entre as diversas espécies) e também pelo tamanho dos "chifres" que apresentam os machos tanto na cabeça quanto no tórax. As fêmeas não possuem chifres e são bem menos vistosas que os machos, além de possuírem tamanho bem menos que o dos machos.
Esses insetos possuem um chifre cefálico (na cabeça) e um toráxico (que surge a partir do tórax). Esse segundo tipo de chifre pode um tamanho quase desproporcional em espécies como o besouro Hércules.

(fonte: insecta2010.blogspot.com)
Besouro Hércules

Esses animais são seres quase sempre pacíficos. Os bersouros só podem se reproduzir na fase adulta do seu desenvolvimento, e é então quando toda a sua lentião e tranquilidade se transformam em agressividade. Quando os machos detectam os feromônios liberados por uma fêmea receptiva, se dirigem para o lugar onde ela se encontra, e assim, costumam se reunir vários deles. Os galãs dotados com poderosas armas em forma de chifre, se atracam em brigas violentas pela preferência da fêmea. A luta consiste em agarrar o inimigo e jogá-lo o mais longe possível do lugar no qual se encontra a fêmea.

Alimentação:
As larvasdo besouro comem grande quantidade de matéria orgânica em decomposição. Os adultos também se alimentam de néctar, seiva ou frutos maduros.

Seus principais inimigos:
Mamíferos: Mamíferos carnóvoros como alguns roedores devoram principalmente as larvas dos besouros rinoceronte.
Aves: Principalmente pica-paus se alimentam das larvas.
Homem: as larvas de muitos desses besouros constituem comida habitual para aqueles que vivem em locais onde esse inseto é abundante.
No entanto, são poucos os que se atrevem a se alimentar do animal adulto; apenas algumas aves grandes e alguns mamíferos.

Grande força:
São considerados os animais mais fortes do muno, pois podem suportar sobre suas costas um peso até 850 vezes superior ao peso de seu prórpio corpo.

Localização:
Besouro Hércules (Dynastes hercules): bosques tropicais da américa central e do Sul. Alcançam 17 cm de comprimento.

Besouro Rinoceronte Europeu (Oryctes nasicornis): zonas de bosque de carvalho e faias do continente europeu. Não costumas superar os 4 cm.

Besouro Rinoceronte Japonês (Allomyrina dichotomus): norte da Ásia e Japão. Superam 7 cm de comprimento.

Besouro Atlas (Chalcosoma atlas): sul da Ásia. Supera os 11 cm.

Besouro Unicórnio (Xylotrupes gideon): Sudeste Asiático e Austrália. Também pode ser encontrado na oceania. Não ultrapassa 6 cm.


 (fonte: beetlespace.wz.cz)
Besouro Rinoceronte Japonês




 (fonte: beetlespace.wz.cz)
Besouro Atlas




(fonte: curiosidadesnotadez.blogspot.com)
Besouro Rinoceronte Europeu



(fonte: beetlespace.wz.cz)
Besouro Unicórnio


Fonte: Coleção Bichos, número 10, Editora Salvat